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Pense num povo com dedo podre pra político é o brasileiro, Suplente que vai assumir vaga de vereador em Caxias já foi preso e ameaçou a mulher de morte: saiba mais

O vereador suplente Elson da Batata (PL), de 44 anos, que vai assumir a vaga de Joaquim Quinzé, morto no último domingo, esteve preso em janeiro deste ano por suspeita de agressão contra a ex-mulher, com quem tem quatro filhos. Segundo relato da vítima, ela teria sido atingida por estilhaços de vidro de uma mesa que o político quebrou com a mão durante uma discussão sobre transações bancárias do casal. A ex-mulher diz ainda, no processo, que Elson já a ameçou de morte.  

O suplente foi preso no dia 5 de janeiro e teve o alvará de soltura expedido no dia 28 do mesmo mês. Há medidas protetivas contra ele, e ele responde por injúria, violência doméstica (Lei Maria da Penha), ameaça e lesões corporais. A audiência de instrução e julgamento está marcada para dezembro. Segundo a defesa do político, o caso foi uma situação isolada. 

Elson teve 1.407 votos na última eleição. Ele também concorreu à Câmara Municipal de Caxias nas eleições de 2012, pelo PRTB, e 2004, pelo PFL. Segundo o regimento interno da Câmara, o suplente deve ser convocado pela Mesa Diretora em 48h, e tem o prazo de 30 dias para assumir o mandato.

Elson da Batata vai ocupar a vaga de vereador deixada por Joaquim Quinzé (PL), que foi assassinado na noite do último domingo quando visitava uma conhecida no Parque Novo Rio, em São João de Meriti. Quinzé foi atingido por diversos disparos. O atirador, que estava em um veículo branco, conseguiu fugir. Em 2008, o vereador sofreu um ataque a tiros na porta de casa no bairro Olavo Bilac. Ele foi atingido por disparos na perna e nas costas. Um vizinho do político também ficou ferido. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga a morte do político.


Quinzé é o segundo vereador de Duque de Caxias morto a tiros este ano. Em março, Danilo Francisco da Silva, o Danilo do Mercado (MDB), e o filho dele, Gabriel da Silva, foram assassinados no bairro Jardim Primavera. Investigações da Polícia Civil levantaram a suspeita de envolvimento do parlamentar com um grupo de extermínio. Na vaga deixada por Danilo do Mercado, assumiu Fernanda Costa (MDB), filha do traficante Fernandinho Beira-Mar.

FONTE: JORNAL EXTRA 

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