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Traficantes proíbe filmagens e brigas em bailes Funk de favelas, o bagulho está doído: saiba mais


'Está proibido filmar e divulgar imagens de eventos realizados no Complexo do Salgueiro, nas redes sociais". A ordem foi dada por traficantes em uma página relacionada à comunidade no Twitter. A Polícia Civil abriu uma série de inquéritos para investigar eventos supostamente patrocinados pelos trafico de drogas na comunidade gonçalense. 

O Complexo do Salgueiro é considerado como um dos redutos da principal facção criminosa dentro do Estado do Rio. A comunidade recebe traficantes de vários lugares do Brasil, como já foi constatado em uma operação da Polícia Civil, que realizou a prisão de duas das principais lideranças do tráfico no nordeste. 

No comunicado, além da proibição das filmagens a 'regra' é clara: "As brigas não serão toleradas nos eventos". 

"Atenção! Está proibida a filmagem de celular nos eventos do Complexo do Salgueiro. Quem fizer filmagem vai ser obrigado a apagar. Outra coisa não será mais tolerado brigas em nossos bailes, vamos respeitar. Esbarrou ou pisou no pé sem querer peça desculpa, caso contrário será punido".

Na redes sociais, frequentadores dos bailes no Salgueiro alegam que a 'determinação' ocorre após imagens de um evento que contou com a participação do cantor de rap TZ da Coronel, com uma multidão, ter sido divulgada com homens armados ao lado do palco. 

De acordo com o delegado Allan Duarte, titular da 72ª DP (Mutuá), a distrital abriu vários inquéritos policiais para apurar a atuação de traficantes do Salgueiro, mas não confirmou se há um especifico para a postagem. 

Reduto

O Complexo do Salgueiro está nas mãos do Comando Vermelho. Atualmente, o traficante Antônio Ilário Ferreira, conhecido como Rabicó, é apontado como chefe do tráfico local. Para as forças de segurança do estado, a comunidade é apontado como uma das principais bases da facção. 

Além da venda de drogas, o tráfico vem lucrando com exploração de serviços de TV a cabo e internet clandestinos, venda de gás e roubos de carga. 

Fonte: jornal o dia 

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